{"id":1490,"date":"2021-05-05T14:26:19","date_gmt":"2021-05-05T17:26:19","guid":{"rendered":"http:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/?p=1490"},"modified":"2021-05-05T15:17:13","modified_gmt":"2021-05-05T18:17:13","slug":"balanceamento-de-fases-eletricas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/2021\/05\/05\/balanceamento-de-fases-eletricas\/","title":{"rendered":"Balanceamento de fases el\u00e9tricas"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"485\" height=\"254\" src=\"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1493\" srcset=\"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/image.png 485w, https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/image-300x157.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O balanceamento de fases significa dividir em partes iguais ou aproximadas as correntes dos circuitos el\u00e9tricos. Pautado nos princ\u00edpios fundamentais da el\u00e9trica <strong><em>\u201c4.1.2 Prote\u00e7\u00e3o contra efeitos t\u00e9rmicos\u201d<\/em><\/strong><strong>, <em>\u201c4.1.3 Prote\u00e7\u00e3o contra sobrecorrentes\u201d<\/em><\/strong><strong>, <em>\u201c4.1.12 Preven\u00e7\u00e3o de efeitos danosos ou indesejados\u201d<\/em><\/strong><strong> e <em>\u201c4.1.11 Sele\u00e7\u00e3o dos componentes\u201d<\/em><\/strong><strong>, presentes na NBR5410, <\/strong>est\u00e1 relacionado a evitar que uma fase, isto \u00e9, um condutor conduza demasiadamente mais corrente do que o outro, desencadeando efeitos danosos indesejados, como sobrecorrentes, sobretemperatura, superaquecimento, derretimento de condutores, consequente igni\u00e7\u00e3o de inc\u00eandio, etc. Exemplo a utiliza\u00e7\u00e3o de muitos motores el\u00e9tricos em uma \u00fancia fase pode desbalance\u00e1-la, gerando surtos energ\u00e9ticos, sobrecorrente, etc.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>4.1.2 Prote\u00e7\u00e3o contra efeitos t\u00e9rmicos<\/strong><\/p><p>A instala\u00e7\u00e3o el\u00e9trica deve ser concebida e constru\u00edda de maneira a excluir qualquer risco de inc\u00eandio de materiais inflam\u00e1veis, devido a temperaturas elevadas ou arcos el\u00e9tricos. Al\u00e9m disso, em servi\u00e7o normal, n\u00e3o deve haver riscos de queimaduras para as pessoas e os animais. <\/p><cite>(ABNT NBR 5410\/2004 vers\u00e3o corrigida de 2008)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Com o desequil\u00edbrio de fases poder-se-\u00e1 ocasionar sobrecorrente, corrente acima do limite, em um dos condutores, ultrapassando sua determina\u00e7\u00e3o nominal de corrente, gerando como consequ\u00eancia direta superaquecimento que, ultrapassando a temperatura nominal da capa do condutor ou do metal, podendo proporcionar inc\u00eandio.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>4.1.3 Prote\u00e7\u00e3o contra sobrecorrentes<\/strong><\/p><p>As pessoas, os animais e os bens devem ser protegidos contra os efeitos negativos de temperaturas ou solicita\u00e7\u00f5es eletromec\u00e2nicas excessivas resultantes de sobrecorrentes a que os condutores vivos possam ser submetidos.<\/p><p><strong>4.1.11 Sele\u00e7\u00e3o dos componentes<\/strong><\/p><p>Os componentes da instala\u00e7\u00e3o el\u00e9trica devem ser conforme as normas t\u00e9cnicas aplic\u00e1veis e possuir caracter\u00edsticas compat\u00edveis com as condi\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas, operacionais e ambientais a que forem submetidos. Se o componente selecionado n\u00e3o reunir, originalmente, essas caracter\u00edsticas, devem ser providas medidas compensat\u00f3rias, capazes de compatibiliz\u00e1-las com as exig\u00eancias da aplica\u00e7\u00e3o.<\/p><p><strong>4.1.12 Preven\u00e7\u00e3o de efeitos danosos ou indesejados<\/strong><\/p><p>Na sele\u00e7\u00e3o dos componentes, devem ser levados em considera\u00e7\u00e3o os efeitos danosos ou indesejados que o componente possa apresentar, em servi\u00e7o normal (incluindo opera\u00e7\u00f5es de manobra), sobre outros componentes ou na rede de alimenta\u00e7\u00e3o. Entre as caracter\u00edsticas e fen\u00f4menos suscet\u00edveis de gerar perturba\u00e7\u00f5es ou comprometer o desempenho satisfat\u00f3rio da instala\u00e7\u00e3o podem ser citados:<\/p><p> &#8211; o fator de pot\u00eancia;<\/p><p> &#8211; as correntes iniciais ou de energiza\u00e7\u00e3o;<\/p><p> &#8211; o desequil\u00edbrio de fases;<\/p><p> &#8211; as harm\u00f4nicas. (ABNT NBR 5410)<\/p><cite> (ABNT NBR 5410\/2004 vers\u00e3o corrigida de 2008) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A resultante principal do <strong>balanceamento ou equil\u00edbrio de fases<\/strong> \u00e9 a similaridade do valor em m\u00f3dulo das correntes em todas as fases, isto \u00e9, ao medir a corrente nas fases os valores dever-se-\u00e3o id\u00eanticos ou bem aproximados. Apesar da inexist\u00eancia de procedimentos normativos espec\u00edficos determinando seus valores, bibliografias de profissionais da \u00e1rea estabelecem um m\u00e1ximo de 10% de desequil\u00edbrio.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Como \u00e9 muito dif\u00edcil obter correntes de demanda m\u00e1xima das fases exatamente iguais, deve-se realizar a distribui\u00e7\u00e3o de carga de modo que, pelo menos, a corrente maior n\u00e3o exceda em 10% a corrente menor. <\/p><cite> (CRUZ, 2019) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Conforme explicado por CRUZ\/2019, atingir o perfeito balanceamento ou equil\u00edbrio de fases torna-se algo extremamente penoso principalmente em circuitos de alta complexidade. A esse fato d\u00e1-se a explica\u00e7\u00e3o de que nunca se sabe quantos equipamentos estar\u00e3o ligados ao mesmo tempo, qual ser\u00e1 o consumo instant\u00e2neo de cada equipamento e quais equipamentos ser\u00e3o adicionados (ligados) \u00e0s TUGs (tomadas normais) ou TUEs (tomadas especiais), portanto o consumo e consequentemente a corrente em cada fase ser\u00e1 sempre vari\u00e1vel. Por\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel dimensionar o equil\u00edbrio pelo valor nominal, valor de consumo m\u00e1ximo m\u00e9dio estabelecido por exaustivos testes por parte do fabricante, de cada equipamento conhecido no circuito, das TUGs e das lumin\u00e1rias, isto \u00e9, \u00e9 poss\u00edvel somar os valores nominais e distribuir igualitariamente entre as fases.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim para evitar todo e qualquer efeito danoso ou indesejado aos sistemas el\u00e9tricos, a NBR5410 exige, em seu item 4.2.5.6, o mais perfeito balanceamento poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>4.2.5.6 <\/strong>As cargas devem ser distribu\u00eddas entre as fases, de modo a obter-se o maior equil\u00edbrio poss\u00edvel.<\/p><cite>(ABNT NBR 5410\/2004 vers\u00e3o corrigida de 2008)<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Barramento de cobre nos quadros de distribui\u00e7\u00e3o \u2013 QD<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma das ferramentas utilizadas para facilitar o balanceamento de fases s\u00e3o os QD (quadros de distribui\u00e7\u00e3o) com barramentos de cobres. Trata-se de uma malha de cobre, derivada do disjuntor geral daquele, perfeitamente disposta, capaz de distribuir uniformemente as fases entre os subdisjuntores, isto \u00e9, os disjuntores subjacentes ao disjuntor geral. Com a utiliza\u00e7\u00e3o deste tipo de quadro, \u00e9 poss\u00edvel dividir ao m\u00e1ximo as cargas instalando os disjuntores subjacentes de valores (amperes) descendentes, de cima para baixo e da esquerda pra direita, isto \u00e9, agrupam-se os disjuntores para que as somas de cada coluna do barramento (fases) atinja valores iguais ou semelhantes, garantindo assim que o valor m\u00e1ximo dos circuitos n\u00e3o ultrapassem o valor nominal dos condutores das fases.<\/p>\n\n\n\n<p> <strong>Utiliza\u00e7\u00e3o do IMS u IME<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p>IMS\/IME \u00e9 um analisador de energia mono\/bi\/trif\u00e1sico que possui a fun\u00e7\u00e3o de analisar a rede el\u00e9trica e acompanhar as principais vari\u00e1veis envolvidas no consumo, dentre elas a tens\u00e3o de cada fase, medida em Volts, a corrente de cada fase, medida em amperes, o DRP (Dura\u00e7\u00e3o Relativa da Transgress\u00e3o de Tens\u00e3o Cr\u00edtica) e DRC (Dura\u00e7\u00e3o Relativa de Transgress\u00e3o de Tens\u00e3o Cr\u00edtica Equivalente), ambos medidos em porcentagem, mostra a efici\u00eancia do consumo. O IMS \u00e9 instalado na rede da Unidade Consumidora (UC) por aproximadamente 7 dias, coletando 1008 amostras, valor sugerido pelo PRODIST ANEEL M\u00f3dulo 8 Revis\u00e3o 12. Ap\u00f3s coletar todas as informa\u00e7\u00f5es, o IMS gera um relat\u00f3rio que ao ser analisado por um profissional competente, \u00e9 poss\u00edvel determinar se a prestadora est\u00e1 entregando uma energia de qualidade ou n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>9.1.2 O conjunto de leituras para gerar os indicadores da qualidade do produto de regime permanente (distor\u00e7\u00f5es harm\u00f4nicas, flutua\u00e7\u00e3o de tens\u00e3o e desequil\u00edbrio de tens\u00e3o) deve compreender o registro de 1008 (mil e oito) leituras v\u00e1lidas obtidas em intervalos consecutivos (per\u00edodo de agrega\u00e7\u00e3o) de 10 minutos cada, salvo as que eventualmente sejam expurgadas conforme item 9.1.6.1. No intuito de se obter 1008 (mil e oito) leituras v\u00e1lidas, intervalos adicionais devem ser agregados, sempre consecutivamente. <\/p><cite> (PRODIST ANEEL M\u00f3dulo 8 Revis\u00e3o 12) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Analogia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os condutores de eletricidades (cabos\/fios) poder-se-\u00e3o comparados aos canos condutores de flu\u00eddos (ex.: \u00e1gua) de uma edifica\u00e7\u00e3o e, a corrente el\u00e9trica com o flu\u00eddo (\u00e1gua). Quando se tem um im\u00f3vel simples que consome pouca \u00e1gua, basta a instala\u00e7\u00e3o de um cano de entrada de \u00be de polegada, pois ser\u00e1 o bastante para abastec\u00ea-la por completo. Por\u00e9m se for um condom\u00ednio de in\u00fameras resid\u00eancias, um cano de \u00be j\u00e1 n\u00e3o ser\u00e1 o bastante. Portanto existem duas solu\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas como meios de dimensionamento ideal ao alto consumo: a instala\u00e7\u00e3o de in\u00fameros canos de \u00be ou aumentar a se\u00e7\u00e3o do cano, onde, em ambos os casos possibilitaria maior fluxo h\u00eddrico. No caso da hidr\u00e1ulica, pela caracter\u00edstica de implanta\u00e7\u00e3o de um \u00fanico hidr\u00f4metro (medidor de consumo d\u2019\u00e1gua) por parte da fornecedora, escolhe-se o aumento da se\u00e7\u00e3o do cano. J\u00e1 no caso da el\u00e9trica, devido \u00e0 caracter\u00edsticas pr\u00f3prias, escolhe-se a divis\u00e3o em 03 condutores.<\/p>\n\n\n\n<p>Na hidr\u00e1ulica quando se ultrapassa o limite de flu\u00eddo em um condutor (cano), uma quantidade consider\u00e1vel de flu\u00eddo \u00e9 concentrado em um determinado ponto, aumentando assim a press\u00e3o interna, podendo romper o condutor e proporcionar vazamentos, infiltra\u00e7\u00f5es, inunda\u00e7\u00f5es, consequente deteriora\u00e7\u00e3o da estrutura civil e at\u00e9 colapso estrutural. Na el\u00e9trica algo parecido acontece, quando se ultrapassa o limite de corrente (corrida de el\u00e9trons) em um condutor (cabo\/fio), uma quantidade consider\u00e1vel de el\u00e9trons \u00e9 concentrado em um determinado ponto e, devido sua alt\u00edssima velocidade, o aumento de choque desses elementares (sobrecorrente) provoca aumento de temperatura (superaquecimento) no material condutor (metal), provocando os efeitos danosos ou indesejados j\u00e1 conhecidos como derretimento, igni\u00e7\u00e3o, fogo, inc\u00eandios, etc.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fontes:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>CRUZ, Eduardo Cesar Alves. ANICETO, Larry Aparecido. <strong>INSTALA\u00c7\u00d5ES EL\u00c9TRICA: fundamentos, pr\u00e1ticas e projetos em instala\u00e7\u00f5es residnciais e comerciais<\/strong>. 3 ed. S\u00e3o Paulo: \u00c9rica, 2019. 456 pgs.<\/p>\n\n\n\n<p>JUNIOR, Ivo Chaves da Silva. <strong>ENE065: Instala\u00e7\u00f5es El\u00e9tricas I<\/strong>. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/www.ufjf.br\/ivo_junior\/files\/2010\/12\/ENE065_-07_05_2012.pdf\">https:\/\/www.ufjf.br\/ivo_junior\/files\/2010\/12\/ENE065_-07_05_2012.pdf<\/a>&gt;. Publicado em: 07 maio 2012. Acesso em: 26 abril 2021.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O balanceamento de fases significa dividir em partes iguais ou aproximadas as correntes dos circuitos el\u00e9tricos. 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