{"id":288,"date":"2020-01-04T00:46:00","date_gmt":"2020-01-04T03:46:00","guid":{"rendered":"http:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/?p=288"},"modified":"2022-02-09T16:38:31","modified_gmt":"2022-02-09T19:38:31","slug":"conceituacao-tecnica-veiculos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/2020\/01\/04\/conceituacao-tecnica-veiculos\/","title":{"rendered":"Conceitua\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica &#8211; Ve\u00edculos"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"925\" height=\"617\" src=\"http:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/red-sports-car-wheel-close-up.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-342\" srcset=\"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/red-sports-car-wheel-close-up.jpg 925w, https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/red-sports-car-wheel-close-up-300x200.jpg 300w, https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/red-sports-car-wheel-close-up-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 925px) 100vw, 925px\" \/><figcaption>Foto da Brodie Vissers do <a href=\"https:\/\/pt.shopify.com\/burst?utm_campaign=photo_credit&amp;utm_content=Imagens+de+Carro+vermelho+esportivo+com+closeup+na+roda&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=credit\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">Burst<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A<strong>lternador ou gerador ou d\u00ednamo do ve\u00edculo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Alternador<\/strong> do ve\u00edculo \u00e9 um d\u00ednamo ou gerador mais evolu\u00eddo. O d\u00ednamo trata-se basicamente de uma pe\u00e7a muito parecida com um motor el\u00e9trico, por\u00e9m com fun\u00e7\u00e3o inversa, isto \u00e9, o motor el\u00e9trico tem a fun\u00e7\u00e3o de transformar energia el\u00e9trica em energia mec\u00e2nica (rota\u00e7\u00e3o\/movimento) e o alternador\/d\u00ednamo\/gerador tem a fun\u00e7\u00e3o de transformar movimento\/rota\u00e7\u00e3o do motor do ve\u00edculo em energia el\u00e9trica, basicamente como acontece nas companhias hidroel\u00e9tricas, que convertem o diferencial de potencial hidr\u00e1ulico em energia el\u00e9trica, isto \u00e9, a \u00e1gua em um n\u00edvel mais elevado desce por uma tubula\u00e7\u00e3o e faz girar o eixo de um gerador\/d\u00ednamo, que transforma sua rota\u00e7\u00e3o em energia el\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>O alternador \u00e9 um componente do sistema de carga cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 fornecer energia el\u00e9trica a todos os consumidores e carregar a bateria do ve\u00edculo. Para isso, o alternador transforma a energia mec\u00e2nica do motor do ve\u00edculo em energia el\u00e9trica. <\/p><cite> (MASSUCO, 2016) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Como o alternador do ve\u00edculo \u00e9 o seu gerador de energia, que al\u00e9m de recarregar a bateria de 12 volts, tamb\u00e9m abastece todos os sistemas el\u00e9tricos do automotor, inclusive seus dispositivos e componentes eletroeletr\u00f4nicos sens\u00edveis a baixa varia\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, precisa gerar energia de forma respons\u00e1vel e controlada, isto \u00e9, n\u00e3o pode o d\u00ednamo, que abastece componentes eletr\u00f4nicos projetados para trabalharem pr\u00f3ximos a 12 volts, gerar uma tens\u00e3o muito maior que 12 volts, pois seria fatal para tais pe\u00e7as. Para evitar que o alternador ultrapasse as voltagens m\u00e1ximas e m\u00ednimas exigidas, existem os \u201c<em><strong>reguladores de tens\u00e3o<\/strong><\/em>\u201d ou \u201c<em><strong>reguladores de voltagem<\/strong><\/em>\u201d, que s\u00e3o componentes ou dispositivos capazes de manter a voltagem ou tens\u00e3o dos geradores dentro do n\u00edvel permitido. Como os d\u00ednamos geram energia atrav\u00e9s da rota\u00e7\u00e3o do motor, se o motor estiver em baixa rota\u00e7\u00e3o o alternador induzir\u00e1 baixa tens\u00e3o, se estiver em alt\u00edssima rota\u00e7\u00e3o induzir\u00e1 alt\u00edssima tens\u00e3o, ambas situa\u00e7\u00f5es provocariam mau funcionamento e at\u00e9 danos permanentes em seus abastecidos.<\/p>\n\n\n\n<p>\nEm\nve\u00edculos automotores, o gerador \u00e9 acionado pelo motor e, portanto,\ncom velocidade vari\u00e1vel. Nos carros mais antigos era necess\u00e1rio um\nregulador eletromec\u00e2nico para introduzir e retirar rapidamente, com\numa frequ\u00eancia proporicional \u00e0 velocidade do motor. Uma resist\u00eancia\nem s\u00e9rie com o campo do gerador, para manter a tens\u00e3o gerada no\nd\u00ednamo dentro de uma faixa aceit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p> Nos carros mais modernos, o d\u00ednamo foi substitu\u00eddo pelo alternador, com retificadores e regulador de voltagem eletr\u00f4nicos controlando a tens\u00e3o atrav\u00e9s da varia\u00e7\u00e3o de fluxo. <\/p><cite> (POPPIUS, 2012) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"Atomos-e-corrente-eletrica\"><strong>\u00c1tomos e corrente el\u00e9trica<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c1tomo \u00e9 um sistema composto por el\u00e9trons (part\u00edculas carregadas negativamente), em suas camadas superiores, pr\u00f3tons (part\u00edculas carregadas positivamente) e n\u00eautrons (part\u00edculas sem carga), em seu n\u00facleo, formador da mat\u00e9ria. Os \u00e1tomos \u201cabra\u00e7ados\u201d uns com os outros formam toda mat\u00e9ria conhecida pelo homem. Veja um exemplo da composi\u00e7\u00e3o do \u00e1tomo do cobre (Cu), um dos metais mais utilizados em condutores met\u00e1licos (fios para conduzir eletricidade):<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"341\" height=\"241\" src=\"http:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Atomo-cobre.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-348\" srcset=\"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Atomo-cobre.jpg 341w, https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Atomo-cobre-300x212.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 341px) 100vw, 341px\" \/><figcaption>  Desenho 01 \u2013 Composi\u00e7\u00e3o do \u00e1tomo de cobre (Cu). <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\nA\ncondu\u00e7\u00e3o el\u00e9trica nada mais \u00e9 do que a transmiss\u00e3o de el\u00e9trons\nde um \u00e1tomo para outro. Isso pode ocorrer naturalmente, como s\u00e3o os\ncasos das descargas atmosf\u00e9ricas, ou de forma induzida, artificial,\nque \u00e9 o caso das usinas hidrel\u00e9tricas geradoras de energia. Neste\nsegundo caso, campos eletromagn\u00e9ticos gerados por eletro\u00edm\u00e3s ou\npor im\u00e3s, empurram os el\u00e9trons de um \u00e1tomo para outro, isto \u00e9,\ns\u00e3o induzidos a percorrerem um determinado caminho. A isto d\u00e1-se o\nnome de <strong>corrente\nel\u00e9trica<\/strong>.\nQuanto maior a pot\u00eancia do campo magn\u00e9tico maior ser\u00e1 a correria\ndos el\u00e9trons, portanto, maior ser\u00e1 a corrente el\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"643\" height=\"175\" src=\"http:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/corrente-eletrica-atomica.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-349\" srcset=\"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/corrente-eletrica-atomica.jpg 643w, https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/corrente-eletrica-atomica-300x82.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 643px) 100vw, 643px\" \/><figcaption>  Desenho 02 \u2013 Condu\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica a n\u00edvel at\u00f4mico. <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p> A corrente el\u00e9trica tem esse nome devido \u00e0 corrida dos el\u00e9trons, por isso corrente el\u00e9trica. Todo circuito el\u00e9trico eficiente pra funcionar precisa ser fechado e deter uma fonte, isto \u00e9, uma fonte de energia, que pode ser uma pilha, uma placa fotovoltaica, um gerador, etc, precisa prioritariamente fechar o circuito em forma de anel para que os el\u00e9trons percorram todo o circuito do ponto negativo ao ponto positivo da fonte. Nesse procedimento existe uma corrida de el\u00e9trons por aquele circuito, percorrendo a fia\u00e7\u00e3o desde seu ponto negativo ao seu ponto positivo. Essa corrente ao passar por um dispositivo consumidor de carga, como uma l\u00e2mpada por exemplo, gera luz. Este \u00e9 o princ\u00edpio da corrente el\u00e9trica. <\/p>\n\n\n\n<p>A corrente el\u00e9trica nada mais \u00e9 do que a corrida dos el\u00e9trons, iniciando seu percurso sempre no lado carregado negativamente (excesso de el\u00e9trons) terminando no ponto carregado positivamente (desprovido de el\u00e9trons), tentando estabelecer assim a equaliza\u00e7\u00e3o de carga, isto \u00e9, cargas positivas e negativas precisam naturalmente se equilibrarem em valores semelhantes. <\/p>\n\n\n\n<p>Veja no exemplo abaixo. Imagine duas caixas d&#8217;\u00e1guas id\u00eanticas, onde a primeira est\u00e1 cheia com \u00e1gua e a segunda com pouca \u00e1gua. Se interligarmos um cano entre as duas, a tend\u00eancia natural \u00e9 que a \u00e1gua da caixa mais cheia percorra o cano em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 caixa mais vazia, parando somente quando as duas caixas estiverem com o mesmo volume de \u00e1gua. Em nossa analogia com a corrente el\u00e9trica, a primeira caixa \u00e9 o polo negativo da bateria, a segunda caixa \u00e9 o polo positivo, a \u00e1gua s\u00e3o os el\u00e9trons e o cano \u00e9 a fia\u00e7\u00e3o do circuito.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"276\" src=\"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/image-1024x276.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1679\" srcset=\"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/image-1024x276.png 1024w, https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/image-300x81.png 300w, https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/image-768x207.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Agora vamos avan\u00e7ar um pouco mais em nossa analogia. Imagine agora que adicionamos uma turbina no cano entre as caixas. Voc\u00ea concorda que agora, quando a \u00e1gua percorrer o cano e atingir as p\u00e1s da turbina, ocorrer\u00e1 uma movimenta\u00e7\u00e3o rotacional? Esta rota\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada trabalho, isto \u00e9, a corrente hidr\u00e1ulica gerou trabalho, da mesma forma que a corrente el\u00e9trica tamb\u00e9m pode gerar trabalho, calor, luz. Ent\u00e3o em nossa analogia, a turbina ligada no cano \u00e9 a nossa l\u00e2mpada ligada aos fios do circuito el\u00e9trico. Assim quando a \u00e1gua das caixa se igualarem, n\u00e3o teremos mais corrente hidr\u00e1ulica e, portanto, n\u00e3o teremos mais movimento nas p\u00e1s da turbina, cessando tamb\u00e9m o trabalho gerado. Em nossa analogia, quando a bateria ficar completamente descarregada, a luz apagar\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"282\" src=\"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/image-1-1024x282.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1682\" srcset=\"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/image-1-1024x282.png 1024w, https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/image-1-300x83.png 300w, https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/image-1-768x212.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p> Fonte:   SENAI-SP.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>An\u00e1lise de superf\u00edcie<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\nde uma verifica\u00e7\u00e3o superficial, isto \u00e9, an\u00e1lise de uma\ndeterminada superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Aterramento el\u00e9trico<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nO\nsistema de aterramento possui um conceito muito complexo e demanda\nextensa explica\u00e7\u00e3o, mas pode-se resumir como sendo o sistema que\nescoa o lixo el\u00e9trico para proteger os dispositivos a ele conectados\nde varia\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Bicos injetores<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\ndo dispositivo do sistema de inje\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica respons\u00e1vel por\npulverizar combust\u00edvel no motor, realizando\na combust\u00e3o e consequente gera\u00e7\u00e3o de movimento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Bornes met\u00e1licos<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nToda\nconex\u00e3o entre dois dispositivos, pe\u00e7as, m\u00f3dulos, usa um\ndeterminado meio de integra\u00e7\u00e3o. Alguns fabricantes escolhem\nintegrar uma pe\u00e7a \u00e0 outra via fia\u00e7\u00e3o, por\u00e9m n\u00e3o \u00e9 a mais\nindicada para manuten\u00e7\u00e3o pois dificulta o desacoplamento. Outras\nempresas utilizam soquetes como plugues. Basicamente os bornes\nmet\u00e1licos s\u00e3o os plugues que ligam um dispositivo ao outro.\nGeralmente s\u00e3o de metal para garantir a boa condutividade\neletr\u00f4nica. Exemplo de conex\u00e3o por plugue \u00e9 a ponta do fio do fone\nde ouvido \u00e0 sa\u00edda de \u00e1udio do computador, aquela ponta met\u00e1lica \u00e9\num plugue, portanto um borne met\u00e1lico. Outro exemplo de bornes s\u00e3o\nos da bateria que se acoplam com o sistema el\u00e9trico do ve\u00edculo por\nduas abra\u00e7adeiras, que s\u00e3o afixadas por press\u00e3o dos parafusos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Carboniza\u00e7\u00e3o<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nQuando\num corpo \u00e9 submetido a alta temperatura ou \u00e0 combust\u00e3o e esta n\u00e3o\nse d\u00e1 por completo, o resultado desse processo qu\u00edmico, de\ncolora\u00e7\u00e3o escura, gera um res\u00edduo chamado carv\u00e3o. Este processo \u00e9\nconhecido como carboniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Carga<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTermo\nt\u00e9cnico da el\u00e9trica que significa que determinada part\u00edcula ou\nconjunto de part\u00edculas (mat\u00e9ria), est\u00e1 carregada ou com falta de\nel\u00e9trons. Toda mat\u00e9ria que possui excesso ou falta de el\u00e9trons\nest\u00e1 inst\u00e1vel, por isso possui capacidade para doa-lo ou recebe-lo,\nquando isso acontece ocorre uma corrente el\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>C\u00e1rter<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\nda capa inferior do motor onde encontram-se acumulados o \u00f3leo do\nmotor.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Catalisador<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nResultado\nde anos de estudo, \u00e9 um dispositivo instalado no sistema de escape\nde gases t\u00f3xicos do ve\u00edculo (escapamento), capaz de diminuir sua\ntoxidade, reduzindo assim a polui\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Coletor de admiss\u00e3o e de escape<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nColetor\n\u00e9 uma pe\u00e7a, geralmente tubular, que conduz algum tipo de g\u00e1s, no\ncaso do ve\u00edculo. O coletor de admiss\u00e3o conduz os gases ricos\n(combust\u00edvel) para serem queimados dentro do motor. O coletor de\nescape conduz os gases pobre (fuma\u00e7a) do motor para o catalisador\ne\/ou para fora do ve\u00edculo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Comburente<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\n\u00c9\numa subst\u00e2ncia que promove o desenvolvimento da combust\u00e3o de uma\nsubst\u00e2ncia combust\u00edvel, como exemplo o oxig\u00eanio. Um combust\u00edvel\ndificilmente iniciar\u00e1 e\/ou continuar\u00e1 a combust\u00e3o (queima) na\ninexist\u00eancia do oxig\u00eanio. Por exemplo a gasolina sem o oxig\u00eanio\nn\u00e3o queimaria dentro do motor.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Condutividade eletr\u00f4nica<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\nda facilidade de um corpo conduzir os el\u00e9trons, isto \u00e9, a energia\nel\u00e9trica. Corpos que possuem boa condutividade eletr\u00f4nica significa\nque possui baixa resist\u00eancia e, portanto, conduzem muito bem a\nenergia el\u00e9trica, como exemplo o metal cobre encontrado na maioria\ndos fios condutores de energia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Correia dentada<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nSeu\nconceito \u00e9 extremamente t\u00e9cnico, portanto pode ser resumido como\nsendo uma corrente, geralmente de borracha, com pequenas ranhuras\n(dentes), que liga o virabrequim (motor parte de baixo) com o comando\nde v\u00e1lvulas (motor parte de cima).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Corrente cont\u00ednua ou alternada<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nDenomina-se\ncorrente cont\u00ednua a corrente el\u00e9trica que percorre sempre o mesmo\nsentido, de um ponta A para um ponto B, de forma unidirecional.\nExemplo: qualquer bateria possui polo positivo e negativo e quando\nligado a um sistema el\u00e9trico os el\u00e9trons ser\u00e3o conduzidos do polo\nnegativo para o positivo.<\/p>\n\n\n\n<p>\nDenomina-se\ncorrente alternada a corrente el\u00e9trica que percorre os dois\nsentidos, de um ponto A para B e depois de B para A, de forma\nbidirecional. Exemplo: motores alternadores que geram energia\nalternadas. Nesse caso os polos positivos e negativos n\u00e3o s\u00e3o\nf\u00edsicos e fixos como nas bateriais mas sim virtuais, mudando de\nposi\u00e7\u00e3o a todo momento. Na linha de distribui\u00e7\u00e3o das empresas\nfornecedoras de energia el\u00e9trica do Brasil, a energia \u00e9 alternada,\no que significa que os el\u00e9trons est\u00e3o correndo em dois sentidos e\nque essa invers\u00e3o ocorre, por defini\u00e7\u00e3o, exatamente 60 vezes por\nsegundo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"Corrente-de-fuga\">Corrente de fuga<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando uma corrente el\u00e9trica que percorre um circuito \u00e9 desviada para outro caminho que n\u00e3o a do circuito preestabelecido, conceituamo-la de corrente de fuga. Imagine uma m\u00e1quina de lavar que, por algum motivo mec\u00e2nico, teve um fio descascado e encostou em sua carca\u00e7a de metal. Agora a corrente n\u00e3o s\u00f3 percorre o circuito da tomada, mas pode percorrer o corpo de uma pessoa que encostar nessa carca\u00e7a. Esta fuga de corrente \u00e9 conhecida como corrente de fuga. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Deforma\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>Deforma\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica \u00e9 quando o material submetido a uma determinada tens\u00e3o se deforma permanente, mantendo a deforma\u00e7\u00e3o mesmo quando o carregamento \u00e9 retirado.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>A deforma\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica \u00e9 uma mudan\u00e7a permanente na forma ou no tamanho de um corpo sem que ocorra fraturamento, acumulada ao longo do tempo pela manuten\u00e7\u00e3o de um esfor\u00e7o acima do limite de elasticidade material. <\/p><cite> (FOSSEN, 2017) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Distribuidor<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\nda pe\u00e7a do ve\u00edculo que amplifica a tens\u00e3o da bateria para induzir\nas velas a produzir fa\u00edsca, necess\u00e1rio para iniciar a combust\u00e3o no\nmotor.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Eletrobomba ou bomba injetora de combust\u00edvel<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\nde um motor el\u00e9trico instalado no sistema de inje\u00e7\u00e3o de\ncombust\u00edvel, capaz de conduzi-lo do reservat\u00f3rio de combust\u00edvel\n(tanque) para a rede de inje\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel, para ser injetado\nno motor e proporcionar a combust\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Elevador automotivo<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nElevador\nautomotivo \u00e9 um dispositivo eletromec\u00e2nico que, com apoio de\nmotores el\u00e9tricos e roscas sem fim (imenso parafuso), \u00e9 capaz de\nsuspender um ve\u00edculo para inspe\u00e7\u00e3o de partes inferiores.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Fluidos<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>Tratam-se de corpos em estado l\u00edquido ou gasoso, portanto s\u00e3o exemplos de fluido a \u00e1gua, gasolina, etanol e at\u00e9 os vapores d\u2019\u00e1gua, de gasolina, de etanol, o ar, entre outros gases inclusive.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Voc\u00ea deve se lembrar da f\u00edscia que uma subst\u00e2ncia existe em tr\u00eas estados ou fases fundamentais: s\u00f3lido, l\u00edquido e gasoso. (Em temperaturas muito altas tamb\u00e9m existe o plasma). Uma subst\u00e2ncia no estado l\u00edquido ou gasoso \u00e9 denominada fluido.<\/p><cite> (\u00c7ENGEL, 2015) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Flu\u00eddo lubrificante<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\ndo \u00f3leo do motor, ou qualquer outro \u00f3leo, flu\u00eddo inserido entre\nduas partes met\u00e1licas para diminuir o atrito (contato entre elas) e,\nevitar que uma desgaste a outra.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Flu\u00eddos refrigerantes<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\nda \u00e1gua do radiador, ou outro l\u00edquido composto e geralmente baseado\nem \u00e1gua, que percorre as regi\u00f5es quentes do motor com o intuito de\nresfri\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Hardware<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nA\ninform\u00e1tica \u00e9 dividida em duas partes, o hardware e o software,\nsendo um complementando o outro. O hardware \u00e9 a parte f\u00edsica, isto\n\u00e9, s\u00e3o os dispositivos eletr\u00f4nicos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p> Todo o conjunto de componentes eletr\u00f4nicos que constitui o computador forma o hardware. \u00c9 a parte f\u00edsica, quela que podemos ver e tocar.  <\/p><cite> (CASTRO,2008) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Identidade do ve\u00edculo<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nOs\nve\u00edculos mais modernos possuem maior converg\u00eancia digital, isto \u00e9,\npossuem mais pe\u00e7as mec\u00e2nicas comandadas por partes eletr\u00f4nicas.\nPor medida de seguran\u00e7a cada ve\u00edculo possui uma chave e um controle\nremoto capaz de abrir aquele autom\u00f3vel em espec\u00edfico. Portanto\nexistem dispositivos instalados nestes ve\u00edculos programados para\naceitar somente tal chave e controle. Caso algum intruso tente ligar\no ve\u00edculo com chave distinta, o dispositivo n\u00e3o permitir\u00e1 pois n\u00e3o\nreconheceu a chave. Este dispositivo ou combina\u00e7\u00f5es de dispositivos\ns\u00e3o conhecidos como \u201cidentidade do ve\u00edculo\u201d. Desta forma se o\npropriet\u00e1rio perder a chave, precisar\u00e1 substituir tais\ndispositivos, que funcionam em paridade espec\u00edfica, isto \u00e9, s\u00f3\nfuncionam se os dois forem trocados n\u00e3o permitindo a troca de\nsomente um.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Igni\u00e7\u00e3o<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nNo\nmundo da qu\u00edmica trata-se do processo de in\u00edcio de uma combust\u00e3o.\nNo mundo da engenharia pode ser o in\u00edcio da combust\u00e3o tanto quanto\ndo processo de liga\u00e7\u00e3o do motor do ve\u00edculo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Inje\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\ndo sistema que injeta o combust\u00edvel no local exato do motor onde\nocorrer\u00e1 a combust\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"> <strong>Inspe\u00e7\u00e3o<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p> Fiscaliza\u00e7\u00e3o da unidade consumidora, posteriormente \u00e0 liga\u00e7\u00e3o, com vistas a verificar sua adequa\u00e7\u00e3o aos padr\u00f5es t\u00e9cnicos e de seguran\u00e7a da distribuidora, o funcionamento do sistema de medi\u00e7\u00e3o e a confirma\u00e7\u00e3o dos dados cadastrais.<\/p><cite> Resolu\u00e7\u00e3o 414\/2010 ANEEL. <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Luzes de advert\u00eancia<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTratam-se\ndas luzes do Painel de instrumentos que geralmente informam avarias,\nstatus, condi\u00e7\u00f5es do ve\u00edculo. Um exemplo \u00e9 a luz com o logo de um\nmotor que informar anormalidade no sistema de inje\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"> <strong>Mancal e rotor<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nA\nmaioria dos motores possuem uma parte rotativa fixada em um cilindro\nque gira em seu eixo, este eixo \u00e9 chamado de rotor. Mancal \u00e9 o nome\ndado para o suporte que sustenta o rotor dentro do motor.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mec\u00e2nica ou din\u00e2mica dos fluidos<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>Trata-se da parte da mec\u00e2nica que estuda o movimento dos fluidos e suas intera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>A mec\u00e2nica \u00e9 a ci\u00eancia f\u00edsica mais antiga e trata de corpos tanto estacion\u00e1rios como em movimento sob influ\u00eancia de for\u00e7as. O ramo da mec\u00e2nica que trata dos corpos em repouso \u00e9 denominado est\u00e1tica, ao passo que o ramo que trata dos corpos em movimento denomina-se din\u00e2mica. A subcategoria mec\u00e2nica dos fluidos \u00e9 definida como a ci\u00eancia que trata do comportamento dos fluidos em repouso (<em>est\u00e1tica dos fluidos<\/em>) ou em movimento (<em>din\u00e2mica dos fluidos<\/em>) e da intera\u00e7\u00e3o entre fluidos e s\u00f3lidos ou outros fluidos nas fronteiras. A mec\u00e2nica dos fluidos tamb\u00e9m \u00e9 chamada de din\u00e2mica dos fluidos, considerando os fluidos em repouso como um caso especial de movimento em velocidade zero (Figural 1-1). <\/p><cite>(\u00c7ENGEL, 2015) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Motor de partida ou motor de arranque<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nO\nmotor do ve\u00edculo n\u00e3o consegue iniciar sua rota\u00e7\u00e3o sozinho,\nnecessita da ajuda de outro mecanismo chamado motor de partida.\nTrata-se de um motor el\u00e9trico acoplado ao motor principal com a\nfun\u00e7\u00e3o de rotacion\u00e1-lo at\u00e9 que funcione.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>M\u00f3dulo do motor ou central de comando<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\n Fazendo\nanalogia ao c\u00e9rebro humano, respons\u00e1vel por controlar todos os\nsistemas do corpo como o nervoso, circulat\u00f3rio, respirat\u00f3rio,\ndigestivo, locomotor, entre outros, o \u201c<strong>m\u00f3dulo\ndo motor<\/strong>\u201d\ntem a mesma fun\u00e7\u00e3o de controlar v\u00e1rios sistemas no ve\u00edculo. Um\nexemplo de controle deste m\u00f3dulo \u00e9 o de inje\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel.\nNo sistema de escape de gases, conhecido como escapamento, existe um\nsensor, chamado de \u201c<strong>sensor\nde oxig\u00eanio<\/strong>\u201d\nou \u201c<strong>sonda\nlambda<\/strong>\u201d,\nque analisa a composi\u00e7\u00e3o de alguns dos gases expelidos pelo motor\ncomo o oxig\u00eanio. Quando a \u201c<strong>sonda\nlambda<\/strong>\u201d\npercebe que no escapamento existe uma grande quantidade de vapor de\ngasolina ou etanol, significa que o motor n\u00e3o consumiu por completo\no combust\u00edvel, o que resulta\nem\ndesperd\u00edcio. Este sensor ent\u00e3o avisa ao \u201c<strong>m\u00f3dulo\ndo motor<\/strong>\u201d\nque existe uma grande quantidade de combust\u00edvel sendo jogado fora,\nassim o m\u00f3dulo processa e decide acionar os \u201c<strong>bicos\ninjetores<\/strong>\u201d\n(pe\u00e7a respons\u00e1vel por pulverizar o combust\u00edvel no motor),\ndiminuindo a quantidade injetada, resultando em maior economia do\nconsumo.<\/p>\n\n\n\n<p>\nO\n<strong>\u201cm\u00f3dulo\ndo motor\u201d<\/strong>\n\u00e9 basicamente o c\u00e9rebro do ve\u00edculo, sem ele muitos subsistemas n\u00e3o\nfuncionam e consequentemente o ve\u00edculo tamb\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p> Fontes:  GLEHN, 2001 \/  BRAGA, 2016<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Oxida\u00e7\u00e3o<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nUma\noxida\u00e7\u00e3o\/redu\u00e7\u00e3o \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que envolve\ntransfer\u00eancia de el\u00e9trons entre os reagentes. Para que isso ocorra,\num elemento sempre perde el\u00e9trons (se oxida) e outro que recebe os\nel\u00e9trons (reduz). O resultado da oxida\u00e7\u00e3o do ferro, por exemplo, \u00e9\na ferrugem pois o oxig\u00eanio \u00e9 reduzido. Essa \u201cferrugem\u201d em\ncomponentes eletr\u00f4nicos pode se expandir, fazer contatos n\u00e3o\npermitidos entre circuitos e provocar mau funcionamento.<\/p>\n\n\n\n<p>\nNa\nmaioria das estruturas met\u00e1licas o efeito da oxida\u00e7\u00e3o\/redu\u00e7\u00e3o\nprovoca certo esfarinhamento, causado pela separa\u00e7\u00e3o da parte\nreduzida\/oxidada, resultando na perda da resist\u00eancia do material,\nisto \u00e9, o metal torna-se mais fraco, chegando ao ponto de retornar\nao estado natural do elemento qu\u00edmico, p\u00f3. Exemplificando o ferro\nque faz parte da estrutura do chassi de um ve\u00edculo, quando acometido\npor corros\u00e3o, esfarinha e volta ao a ser p\u00f3 de ferro oxidado (\u00f3xido\nde ferro).<\/p>\n\n\n\n<p>Fontes: RAMANATHAN, 1998 \/ ATKINS, 2012<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Painel de instrumentos<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\ndo dispositivo concentrador de informa\u00e7\u00f5es do ve\u00edculo. Geralmente\nergonomicamente encontra atr\u00e1s do volante, traz informa\u00e7\u00f5es como a\ntemperatura do motor, velocidade instant\u00e2nea, velocidade rotativa do\nmotor, quilometragem percorrida, etc.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Paridade espec\u00edfica<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTermo\nusado para informar que duas ou mais pe\u00e7as ou dispositivos funcionam\nsomente em comunh\u00e3o (em conjunto) entre as mesmas, n\u00e3o aceitando\numa funcionar sem a outra ou com outra do mesmo tipo e modelo. Um\nexemplo \u00e9 a chave de um cofre. N\u00e3o se pode abrir um cofre com\nnenhuma outra chave existente, portanto a chave e a fechadura do\ncofre compartilham paridade espec\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Placa de circuito impresso<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nA\nmaioria dos dispositivos, pe\u00e7as, instrumentos eletr\u00f4nicos possuem\numa placa (board) de circuitos impressos, com a fun\u00e7\u00e3o de conduzir\ncorrente el\u00e9trica entre os componentes eletr\u00f4nicos nela soldados.\nUm exemplo \u00e9 a conhecida placa m\u00e3e do computador, onde s\u00e3o\nencontrados o processador, as mem\u00f3rias, etc.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Placa de identifica\u00e7\u00e3o do motor<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>Trata-se de uma placa met\u00e1lica que contem as informa\u00e7\u00f5es do fabricante referente ao motor.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>A placa de identifica\u00e7\u00e3o do motor cont\u00e9m informa\u00e7\u00f5es importantes sobre a liga\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o do motor. Uma parte importante para possibilitar a substitui\u00e7\u00e3o de motores \u00e9 garantir que as informa\u00e7\u00f5es da placa de identifica\u00e7\u00e3o sejam comuns entre os fabricantes. <\/p><cite>(PETRUZELLA, 2013) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ponto de fus\u00e3o<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>A palavra fus\u00e3o, derivada do verbo fundir, na engenharia \u00e9 conhecida como o momento em que algo s\u00f3lido se transforma em algo l\u00edquido, geralmente por ocasi\u00e3o de intenso calor.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Um composto s\u00f3lido de alto grau de pureza funde-se a uma temperatura bem definida, isto \u00e9, a faixa do ponto de fus\u00e3o (ou intervalo de fus\u00e3o) n\u00e3o excede 0,5-1,0 \u00b0C. <em>Intervalo de fus\u00e3o<\/em> \u00e9 a diferen\u00e7a entre a temperatura em que se observa o in\u00edcio da desagrega\u00e7\u00e3o (temperatura de degelo) dos cristais e a temperatura em que a amostra se torna completamente l\u00edquida (temperatura de fus\u00e3o).<\/p><p>A presen\u00e7a de pequenas quantidades de impurezas misc\u00edveis ou parcialmente misc\u00edveis produz um consider\u00e1vel aumento no intervalo de fus\u00e3o, e provoca o in\u00edcio da fus\u00e3o a uma temperatura inferior ao ponto de fus\u00e3o da amostra pura. O ponto de fus\u00e3o \u00e9, portanto, um valioso crit\u00e9rio de pureza. <\/p><cite>(CONSTANTINO, 2004) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Programa de diagn\u00f3stico ou sistema de an\u00e1lise computadorizada<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\nde um software (programa de computador) desenvolvido pelo ou a mando\ndo fabricante, com intuito de vistoriar as pe\u00e7as do ve\u00edculo em\nbusca de irregularidades.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Resist\u00eancia \u00f4hmica <\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nComo\nexplicado no item <strong>\u00c1tomos e corrente el\u00e9trica<\/strong>, corrente\nel\u00e9trica trata-se da corrida de el\u00e9trons em um meio particular,\ncomo um fio condutor por exemplo. Analogicamente \u00e9 poss\u00edvel\nconsiderar uma rodovia como sendo o fio condutor e os ve\u00edculos como\nos el\u00e9trons em condu\u00e7\u00e3o. Caso algo interponha alguma dificuldade\nque diminua a velocidade dos ve\u00edculos na rodovia, como um ped\u00e1gio\npor exemplo, a corrida dos ve\u00edculos ser\u00e1 reduzida, isto \u00e9, o\nped\u00e1gio \u00e9 uma resist\u00eancia ao tr\u00e1fego automotivo. Resist\u00eancia\nel\u00e9trica possui o mesmo conceito, isto \u00e9, algo que interponha\ndificuldade para os el\u00e9trons serem conduzidos, como a ferrugem por\nexemplo. Como na engenharia \u00e9 necess\u00e1rio quantificar o n\u00edvel de\nresist\u00eancia em numer\u00e1rios, surgiu o ohms que varia de ZERO ao\nINFINITO, onde ZERO significa nenhuma resist\u00eancia e INFINITO\nresist\u00eancia m\u00e1xima. Assim surge a resist\u00eancia \u00f4hmica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Software<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nO\nSoftware \u00e9 a parte l\u00f3gica, isto \u00e9, a parte que pode ser programada\ncom linguagem programacional humana. \u00c9 um conjunto de instru\u00e7\u00f5es\ncriadas por um programador que informam para o hardware o que ele\ndeve fazer, exemplo imprimir, comunicar com outro computador, etc.<\/p>\n\n\n\n<p>\nA\nmaneira mais simples de se conceituar o software \u00e9 dizer que s\u00e3o os\nprogramas do computador. Numa linguagem mais t\u00e9cnica seria a parte\nrespons\u00e1vel pela organiza\u00e7\u00e3o e metodologia na qual os dados s\u00e3o\nprocessados. (CASTRO, 2008)<\/p>\n\n\n\n<p> Fonte:   CASTRO, 2008.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sonda Lambda<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\nde uma pe\u00e7a, instalada no sistema de escape (sa\u00edda dos gases da\ncombust\u00e3o), capaz de analisar os gases residuais da combust\u00e3o e\ninformar ao \u201cm\u00f3dulo do motor\u201d os dados necess\u00e1rios para tomadas\nde decis\u00f5es, como o aumento ou diminui\u00e7\u00e3o da inje\u00e7\u00e3o de\ncombust\u00edvel e de ar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Soquete (suporte)<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\ndo suporte ou base que sustenta outra pe\u00e7a. Como exemplo o soquete\nda antena do ve\u00edculo possui uma rosca na qual a antena \u00e9 enroscada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Suportabilidade t\u00e9rmica<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\nda temperatura m\u00e1xima suportada por um corpo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Tratamento ou prote\u00e7\u00e3o anticorrosiva<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\n\u00c9\num tratamento aplicado sobre um produto, geralmente um metal fact\u00edvel\n\u00e0 corros\u00e3o, banhando-o completamente para torn\u00e1-lo imperme\u00e1vel.\nDesta forma o oxig\u00eanio do ar \u00e9 impedido de fazer contato com o\nmetal corrosivo, portanto impede tamb\u00e9m a oxida\u00e7\u00e3o (corros\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: RAMANATHAN, 1998. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>TRIP<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTrata-se\ndo od\u00f4metro configur\u00e1vel que registra a dist\u00e2ncia percorrida pelo\nve\u00edculo a partir de um ponto definido, isto \u00e9, o usu\u00e1rio pode\nZERAR o TRIP em determinado momento para registrar a dist\u00e2ncia a\npartir daquele novo ponto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>V\u00e1lvulas do motor<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>V\u00e1lvula, como o pr\u00f3prio nome indica, \u00e9 uma pe\u00e7a que controla a entrada e\/ou sa\u00edda de algo em determinado local. No caso as v\u00e1lvulas do motor s\u00e3o respons\u00e1veis por permitir\/impedir a entrada\/sa\u00edda da mistura combust\u00edvel e ar dentro dos compartimentos dos pist\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>V\u00e1lvulas: A v\u00e1lvula de haste \u00e9 hoje universalmente usada nos motores de quatro tempos. S\u00e3o elas que regulam a entrada e sa\u00edda de gases no cilindro. As v\u00e1lvulas s\u00e3o componentes que sofrem as maiores temperaturas de um motor, juntamente com pist\u00f5es e an\u00e9is. (CASTRO, 2016)<\/p><cite> (CASTRO, 2014) <\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Velas ou velas de igni\u00e7\u00e3o<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>\nTratam-se\nde um dispositivo el\u00e9trico, em formato cil\u00edndrico, parcialmente\nencapado com porcelana, material tanto resistente \u00e0 corrente\nel\u00e9trica quanto \u00e0 temperatura. Esta pe\u00e7a \u00e9 instalada dentro do\nmotor, no compartimento que recebe o combust\u00edvel, possui a fun\u00e7\u00e3o\nde gerar fagulhas e consequentemente a combust\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:53px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fonte:<\/h2>\n\n\n\n<p>\n\nATKINS, P. JONE, L. <strong>Princ\u00edpios de Qu\u00edmica<\/strong>: Questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5\u00ba edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo \u2013 SP: Bookman, 2012. 928p.\n\n<\/p>\n\n\n\n<p> BRAGA, Newton C. Curso de Eletr\u00f4nica: Eletr\u00f4nica Automotiva. Revista Independente. [on-line]. Edi\u00e7\u00e3o 1. Volume 6. S\u00e3o Paulo: 2016.<\/p>\n\n\n\n<p> \u00c7ENGEL, Yunus A. CIMBALA, John M. <strong>MEC\u00c2NICA DOS FLUIDOS<\/strong>: Fundamentos e aplica\u00e7\u00f5es. 3 ed. S\u00e3o Paulo: AMGH, 2015. 1016 p. <\/p>\n\n\n\n<p> CASTRO, D\u00e1cio. <strong>Usando O Sistema Operacional<\/strong>. Clube de Autores, 2008. 93 p.<\/p>\n\n\n\n<p>\nCASTRO,\nF\u00e1bio Daniel de. RAHDE, S\u00e9rgio Barbosa. <strong>MOTORES AUTOMOTIVOS:\nEvolu\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o e tend\u00eancias<\/strong>. Porto Alegre: EDIPUCRS,\n2014. 310 p.<\/p>\n\n\n\n<p>CONSTANTINO, Mauricio G. SILVA, Gil V. J. DONATE, Paulo M. <strong>FUNDAMENTOS DE QU\u00cdMICA EXPERIMENTAL<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Editora da Universidade de S\u00e3o Paulo, 2004. 272 p.<\/p>\n\n\n\n<p> FOSSEN, Haakon. <strong>GEOLOGIA ESTRUTURAL<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o de F\u00e1bio R. D. de Andrade. 2 ed. S\u00e3o Paulo: Oficina de Textos, 2017. 608 p.  <\/p>\n\n\n\n<p>\nGLEHN,\nF\u00e1bio Ribeiro Von. Curso de Inje\u00e7\u00e3o Eletr\u00f4nica: Conceitos\nte\u00f3ricos e aspectos pr\u00e1ticos. 4.ed. Goi\u00e2nia: 2001. p. 53.<\/p>\n\n\n\n<p>MASSUCO, Alder Evandro. <strong>SISTEMAS MEC\u00c2NICOS DE VE\u00cdCULOS PESADOS E RODOVI\u00c1RIOS<\/strong>. S\u00e3o Paulo: SENAI-SP, 2016. 156 p.<\/p>\n\n\n\n<p>\n\nPETRUZELLA, Frank D.. <strong>Motores El\u00e9tricos e Acionamentos: S\u00e9rie Tekne.<\/strong> Tradu\u00e7\u00e3o: Jos\u00e9 Lucimar do Nascimento. Revis\u00e3o t\u00e9cnica: Antonio Pertece J\u00fanior. Porto Alegre \u2013 RS: Bookman Editora, 2013. 366p.\n\n<\/p>\n\n\n\n<p>POPPIUS, Eduardo Bertil. <strong>FUNDAMENTOS DE ELETROMEC\u00c2NICA<\/strong>. 1 Ed. Rio de Janeiro: Jaguatirica Digital, 2012. 508 p.<\/p>\n\n\n\n<p>  RAMANATHAN, Lalgudi V. <strong>Corros\u00e3o e seu controle<\/strong>. 3 ed. S\u00e3o Paulo &#8211; SP: Hemus Livraria, distribuidora e editora S.A., 1998. 344 p.  <\/p>\n\n\n\n<p>  SENAI-SP (Org.). <strong>Fundamentos da Eletricidade<\/strong>. S\u00e3o Paulo \u2013 SP: Senai-SP, 2015. 252 p.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alternador ou gerador ou d\u00ednamo do ve\u00edculo Alternador do ve\u00edculo \u00e9 um d\u00ednamo ou gerador mais evolu\u00eddo. O d\u00ednamo trata-se basicamente de uma pe\u00e7a muito<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":342,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-288","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-como-elaborar-laudo-judicial"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/288","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=288"}],"version-history":[{"count":25,"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/288\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1687,"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/288\/revisions\/1687"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/342"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=288"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=288"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/periciajudicial.zsistemas.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=288"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}