Existe prazo ou momento certo para pedir majoração?
No âmbito da perícia judicial, um dos desafios mais comuns enfrentados pelos profissionais, especialmente aqueles que atuam sob o pálio da Justiça Gratuita, é o desequilíbrio entre a complexidade do trabalho e os valores tabelados. O perito Agenor Zapparoli aborda em sua análise a importância crítica de entender quando e como solicitar a majoração — o pedido de aumento dos honorários — para garantir que a prestação de serviço seja justa e viável.
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O Momento Estratégico para o Pedido de Majoração de Honorários na Perícia Judicial
Introdução
No exercício da perícia judicial, a definição dos honorários representa um dos pontos mais sensíveis para a adequada prestação do serviço técnico. A atividade pericial, por sua natureza, exige conhecimento especializado, responsabilidade processual, disponibilidade temporal, deslocamentos, análise documental minuciosa, eventual realização de diligências e, sobretudo, comprometimento com a formação do convencimento do juízo.
Dentro desse cenário, um dos temas que mais suscita dúvidas entre peritos, especialmente aqueles em início de carreira, refere-se ao momento processualmente adequado para requerer a majoração dos honorários periciais.
A problemática torna-se ainda mais evidente nas demandas amparadas pela gratuidade da justiça, nas quais os valores previamente tabelados pelos tribunais frequentemente não refletem a real complexidade do encargo. Em muitos casos, quantias padronizadas mostram-se incompatíveis com a profundidade técnica exigida, criando um desequilíbrio entre a remuneração prevista e o efetivo esforço profissional necessário.
Sob essa perspectiva, a análise do momento correto para o pedido de majoração deixa de ser mera formalidade e passa a assumir caráter estratégico, ético e econômico. A correta condução desse requerimento preserva a dignidade do trabalho pericial, evita desgastes processuais e contribui para a transparência na relação entre auxiliar do juízo e magistrado.
Resumo
O pedido de majoração de honorários periciais constitui medida legítima quando o valor inicialmente previsto, especialmente em processos sob gratuidade da justiça, não corresponde à complexidade, ao tempo e aos custos envolvidos na prova técnica.
O momento processualmente adequado para esse requerimento é logo após a nomeação do perito e antes do aceite definitivo do encargo, fase em que se torna possível analisar a extensão da controvérsia, o volume documental, a necessidade de diligências e a eventual insuficiência da tabela judicial.
A formulação do pedido nessa etapa demonstra planejamento, transparência e respeito ao juízo, além de preservar a justa remuneração do trabalho especializado.
Por outro lado, pedidos apresentados durante a execução da perícia ou após a entrega do laudo tendem a enfrentar maior resistência, pois o aceite prévio normalmente consolida a concordância com o valor inicialmente fixado.
A eficácia do requerimento depende de fundamentação técnica consistente, com demonstração objetiva dos fatores que extrapolam a normalidade do caso, como alta complexidade, deslocamentos, múltiplos quesitos, necessidade de especialistas auxiliares e maior carga horária.
Em síntese, a atuação prudente recomenda que a majoração seja tratada de forma prévia, fundamentada e estratégica, assegurando equilíbrio econômico, postura ética e qualidade na prestação do serviço pericial.
O Que é a Majoração?
A majoração ocorre quando o perito identifica que o valor inicialmente previsto (muitas vezes baseado em tabelas fixas da justiça gratuita, que podem variar entre R$ 200,00 e R$ 300,00) é insuficiente frente à trabalhabilidade da perícia [02:24]. Se a demanda exige um esforço técnico e de tempo superior ao padrão, o perito tem o direito de solicitar ao juiz que o valor seja elevado.
Mapa mental

A Natureza da Majoração dos Honorários Periciais
A majoração consiste no pedido fundamentado de elevação do valor inicialmente arbitrado ou sugerido para os honorários periciais, quando o montante previsto não se mostra proporcional à extensão, à complexidade ou à singularidade da prova técnica.
Tal necessidade surge, por exemplo, quando a perícia envolve:
- elevado volume documental;
- necessidade de exames presenciais;
- múltiplas diligências;
- análise de sistemas, equipamentos ou contratos complexos;
- atuação interdisciplinar;
- deslocamentos extensos;
- necessidade de apoio de especialistas auxiliares;
- prazo exíguo com alta carga técnica;
- resposta a numerosos quesitos das partes;
- elaboração de laudo com elevado grau de detalhamento.
Em hipóteses dessa natureza, a tabela ordinária, sobretudo em processos com assistência judiciária gratuita, pode revelar-se manifestamente insuficiente.
Dessa forma, a majoração não representa liberalidade do perito, mas sim um instrumento legítimo de adequação econômica do encargo ao princípio da proporcionalidade do trabalho desenvolvido.
Tabela explicativa
| Conceito de Majoração | Momento Ideal para Solicitação | Justificativa Necessária | Consequência de Solicitação Tardia | Público-Alvo | Fonte |
|---|---|---|---|---|---|
| Pedido de aumento do valor dos honorários periciais em relação aos valores fixados em tabela. | No momento da nomeação ou quando intimado para aceitar o encargo (aceite do múnus). | Grande trabalhabilidade, demanda de muito serviço e complexidade da perícia judicial. | Considera-se injusto solicitar após a execução; o pedido não deve ser feito no meio do caminho ou ao final da perícia. | Peritos judiciais, assistentes técnicos e peritos novatos, especialmente em casos de justiça gratuita. | [1] |
O Momento Processualmente Correto para o Pedido
O aspecto central da questão reside no fator temporal.
Sob a ótica técnica e estratégica, o momento mais adequado para a formulação do pedido de majoração é imediatamente após a nomeação do perito e antes da aceitação definitiva do encargo.
É nessa fase que o profissional recebe vista do processo para:
- analisar o objeto da perícia;
- compreender a extensão da controvérsia;
- avaliar a quantidade de documentos;
- identificar eventual necessidade de diligência;
- estimar horas técnicas;
- mensurar custos indiretos;
- verificar eventual insuficiência da tabela judicial.
Somente após essa análise preliminar é que se torna possível apresentar ao juízo um pedido de honorários compatível com a realidade da demanda.
Em termos práticos, o procedimento mais seguro consiste em manifestar o aceite do múnus público já acompanhado do pedido fundamentado de majoração, demonstrando, de forma objetiva, os elementos concretos que tornam o valor ordinário inadequado.
Essa postura revela profissionalismo, previsibilidade e respeito ao contraditório processual.
Existe um Momento Certo?
De acordo com Zapparoli, a resposta é um enfático sim [03:00]. O timing do pedido não é apenas uma questão de etiqueta processual, mas de justiça e transparência com o juízo.
O Momento Ideal: A Nomeação
O momento correto para solicitar a majoração é imediatamente após a nomeação [03:14]. Assim que o profissional é intimado para aceitar o encargo (o múnus público) e apresentar sua proposta de honorários, ele deve:
- Analisar a complexidade da causa.
- Verificar se o caso se enquadra em justiça gratuita.
- Apresentar o aceite já condicionado ou acompanhado da justificativa para o aumento do valor [03:36].
Apresentação explicada por IA
A Nomeação como Fase Estratégica da Negociação Técnica
A fase de nomeação deve ser compreendida como o momento estratégico da definição econômica da perícia.
Não se trata de uma “negociação” em sentido comercial, mas de um alinhamento técnico entre o perito e o juízo acerca da dimensão do trabalho a ser desenvolvido.
Nesse estágio, recomenda-se que o profissional observe, de forma criteriosa:
1) Complexidade técnica
A matéria demanda conhecimento altamente especializado? Exige análise aprofundada, metodologia específica ou confrontação de múltiplas fontes probatórias?
2) Tempo estimado
A perícia demandará estudo prolongado, elaboração de cronogramas, coleta de dados ou acompanhamento de testes?
3) Custos acessórios
Haverá deslocamentos, necessidade de equipamentos, softwares, armazenamento de evidências ou apoio de assistentes?
4) Volume de quesitos
A quantidade de quesitos apresentados pelas partes supera o padrão ordinário?
5) Risco técnico e responsabilidade
O laudo possui elevado impacto econômico, societário, contratual, estrutural ou probatório?
Esses elementos constituem a base racional do pedido de majoração.
Diagrama explicado por IA

Os Riscos do Pedido Tardio
Um dos erros mais recorrentes consiste em deixar o pedido para momento posterior ao aceite.
Sob o prisma processual, essa conduta é altamente desaconselhável.
Pedido no curso da perícia
Quando o perito já aceitou a nomeação, iniciou os trabalhos, designou diligências, recebeu documentos ou começou a responder quesitos, forma-se a presunção de concordância com os honorários inicialmente fixados.
Nesse estágio, eventual pedido de aumento tende a ser interpretado como alteração superveniente das condições aceitas, o que reduz significativamente a probabilidade de deferimento.
Além disso, tal postura pode gerar desconforto perante o juízo e transmitir a impressão de ausência de planejamento técnico prévio.
Pedido após a entrega do laudo
Mais inadequado ainda é o requerimento formulado apenas ao final dos trabalhos.
Após a conclusão da prova técnica, o aceite já se consolidou e o serviço foi integralmente prestado. Em regra, salvo fatos supervenientes absolutamente excepcionais e imprevisíveis, o pedido mostra-se processualmente frágil.
Nessa hipótese, o risco de indeferimento é elevado, justamente porque o momento legítimo para avaliação econômica da perícia já foi ultrapassado.
O Risco de Deixar para Depois
Zapparoli adverte severamente contra a tentativa de pedir majoração no “meio do caminho” ou após a conclusão dos trabalhos [03:07].
- No meio do processo: Se você já aceitou a perícia e agendou a diligência, o entendimento é de que você concordou com as condições iniciais. Pedir aumento nesse estágio é inadequado [04:12].
- Ao final da perícia: Solicitar a majoração após a entrega do laudo é considerado injusto e processualmente ineficaz, pois o aceite prévio vinculou o profissional ao valor estabelecido [03:07].
A Fundamentação como Elemento Essencial
A simples alegação de que o valor é “baixo” não se mostra suficiente.
O pedido de majoração deve ser tecnicamente fundamentado, preferencialmente com demonstração objetiva dos fatores que extrapolam a normalidade da tabela.
Uma fundamentação robusta pode contemplar:
- descrição da complexidade do objeto;
- estimativa de horas técnicas;
- número de diligências previstas;
- deslocamentos necessários;
- volume documental;
- necessidade de exames complementares;
- uso de softwares ou ferramentas especializadas;
- atuação conjunta com profissional de outra área;
- comparação entre a tabela e a realidade do caso concreto.
Quanto mais concreta for a justificativa, maior a possibilidade de compreensão e deferimento pelo magistrado.
A Importância da Justificativa
Não basta apenas pedir mais dinheiro. O autor ressalta que o perito deve justificar o motivo pelo qual a tabela padrão não atende àquela perícia específica [04:01]. É necessário demonstrar que o trabalho exigirá um esforço que ultrapassa a normalidade prevista para os honorários básicos.
Aspectos Éticos e de Postura Profissional
A correta gestão do pedido de majoração também se relaciona à ética profissional.
Ao requerer a adequação dos honorários no momento oportuno, o perito:
- evita surpresas às partes;
- demonstra transparência com o juízo;
- preserva a confiança institucional;
- reduz risco de impugnações futuras;
- assegura previsibilidade financeira;
- protege a qualidade técnica do laudo.
A postura preventiva revela maturidade profissional e alinhamento com a boa prática pericial.
Orientações Práticas para Peritos Iniciantes
Para profissionais em fase inicial de atuação, algumas diretrizes mostram-se particularmente úteis:
- Jamais aceitar automaticamente o valor tabelado sem leitura prévia dos autos.
- Avaliar sempre a compatibilidade entre objeto, prazo e remuneração.
- Formalizar a justificativa com linguagem objetiva e respeitosa.
- Evitar pedidos emocionais ou genéricos.
- Realizar o requerimento antes de qualquer diligência.
- Registrar custos indiretos já na fase preliminar.
- Prever eventual necessidade de apoio técnico especializado.
Essas cautelas evitam prejuízos financeiros e fortalecem a credibilidade do expert perante o Poder Judiciário.
Conclusão
A definição do momento correto para solicitar a majoração dos honorários periciais representa uma das competências estratégicas mais importantes na atuação do perito judicial.
A fase ideal para esse requerimento situa-se no instante imediatamente posterior à nomeação e anterior ao início efetivo dos trabalhos, quando ainda é possível ao profissional dimensionar tecnicamente a complexidade do encargo e submetê-la ao crivo do magistrado.
Pedidos tardios, formulados no curso da perícia ou após a entrega do laudo, tendem a encontrar maior resistência processual, justamente porque o aceite prévio consolida a concordância com as condições inicialmente estabelecidas.
Assim, a atuação prudente, fundamentada e tempestiva não apenas resguarda a justa remuneração do trabalho técnico, como também reafirma a postura ética, estratégica e profissional que se espera do auxiliar do juízo.
Conclusão e Dicas Práticas
Para os peritos, especialmente os novatos, a recomendação de Agenor Zapparoli é clara: a majoração deve ser tratada no momento do aceite [04:21]. Agir com antecedência evita prejuízos financeiros e mantém a postura ética perante o magistrado.
Guia de estudo
Guia de Estudos: Prazos e Procedimentos para Majoração de Honorários Periciais
Este guia de estudos foi elaborado com base nas orientações técnicas fornecidas por Agenor Zapparoli, perito judicial e assistente técnico. O objetivo deste documento é esclarecer o conceito de majoração de honorários e, fundamentalmente, identificar o momento processual adequado para que o perito solicite o aumento de sua remuneração em processos judiciais.
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1. Glossário de Termos Técnicos
Abaixo estão os termos fundamentais utilizados no contexto da perícia judicial, conforme discutido por Agenor Zapparoli:
| Termo | Definição no Contexto Pericial |
| Majoração | O pedido formal de aumento do valor dos honorários periciais. |
| Justiça Gratuita | Benefício legal concedido a partes que não podem arcar com as custas do processo. Nesses casos, os honorários seguem tabelas fixas, frequentemente consideradas baixas (ex: R 200,00 ou R 300,00). |
| Múnus (ou Múnus Público) | O encargo ou dever atribuído pelo juiz ao perito para atuar em um processo, representando uma função de confiança do juízo. |
| Nomeação | O ato formal pelo qual o juiz escolhe o profissional para realizar a perícia técnica. |
| Aceite | A manifestação do perito concordando em realizar o trabalho sob as condições estabelecidas ou propondo novas condições (como a majoração). |
| Trabalhabilidade | Termo utilizado para descrever o volume de trabalho, esforço e tempo demandados por uma perícia específica. |
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2. Questionário de Fixação (Quiz)
Responda às questões abaixo para testar seus conhecimentos sobre o momento correto e a justificativa para pedidos de majoração.
Pergunta 1: De acordo com Agenor Zapparoli, o que motiva um pedido de majoração de honorários? A) O desejo do perito de lucrar acima da média de mercado. B) A constatação de que o trabalho demandará esforço considerável (alta trabalhabilidade) frente a valores baixos de tabelas de justiça gratuita. C) O encerramento da perícia com sucesso. D) A solicitação das partes envolvidas no processo.
Pergunta 2: Qual é o momento processual exato e correto para solicitar a majoração? A) No final do processo, após a entrega do laudo. B) No meio do caminho, enquanto a perícia já está sendo realizada. C) No momento da nomeação e intimação para o aceite do múnus. D) Após o agendamento da perícia com as partes.
Pergunta 3: É considerado justo ou correto pedir o aumento dos honorários após a conclusão da perícia? A) Sim, desde que o laudo tenha ficado muito extenso. B) Sim, pois o perito só descobre o trabalho real após executá-lo. C) Não. O pedido deve ser apresentado como uma proposta de honorários no início do trabalho. D) Não, a menos que o juiz esqueça de fixar o valor inicial.
Pergunta 4: O que o perito deve fazer ao ser intimado para aceitar uma perícia de justiça gratuita onde o trabalho é complexo? A) Aceitar imediatamente e reclamar dos valores no laudo final. B) Recusar a perícia sem dar explicações. C) Justificar a complexidade do trabalho e solicitar a majoração no momento do aceite. D) Realizar o trabalho e pedir o aumento apenas se as partes não recorrerem do laudo.
Pergunta 5: Segundo a orientação de Zapparoli, o perito pode pedir majoração após já ter agendado a perícia? A) Não, a majoração deve ocorrer obrigatoriamente no momento do aceite. B) Sim, desde que o agendamento tenha sido feito por erro. C) Sim, em qualquer fase antes do laudo. D) Apenas se a outra parte concordar com o novo valor.
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3. Gabarito Comentado
Abaixo encontram-se as respostas corretas, fundamentadas na análise técnica de Agenor Zapparoli.
- Resposta Pergunta 1: Alternativa B. A majoração justifica-se quando a perícia demanda muito serviço e os valores fixados em tabela (comumente entre R 200,00 e R 300,00 em casos de justiça gratuita) são insuficientes para cobrir a “trabalhabilidade” exigida.
- Resposta Pergunta 2: Alternativa C. O prazo ou momento certo é o da nomeação. Assim que o perito é intimado para aceitar o encargo, ele deve analisar os autos e manifestar-se sobre os honorários.
- Resposta Pergunta 3: Alternativa C. Agenor Zapparoli enfatiza que “não é justo você fazer a perícia e depois pedir a majoração lá no final”. O correto é apresentar a pretensão financeira como qualquer outra proposta de honorários: antes do início dos trabalhos.
- Resposta Pergunta 4: Alternativa C. O perito deve analisar a demanda e, se perceber que a carga de trabalho é alta, deve justificar detalhadamente o motivo pelo qual o valor da tabela deve ser aumentado pelo juiz.
- Resposta Pergunta 5: Alternativa A. Uma vez aceita a perícia e realizado o agendamento, o perito já assumiu o compromisso. A majoração deve ser solicitada no ato do aceite, de forma justificada, e não “no meio do caminho”.
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4. Resumo das Diretrizes de Agenor Zapparoli
Para garantir uma atuação profissional e ética na perícia judicial, siga estes princípios extraídos do conteúdo:
- Antecipação: Analise o processo imediatamente após a nomeação.
- Justificativa: Não peça aumento sem base; comprove que a diligência exige um esforço maior do que o remunerado pela tabela padrão.
- Formalidade: O pedido de majoração faz parte da petição de aceite do encargo.
- Transparência: O juiz deve saber, antes de o perito começar a trabalhar, qual é a expectativa de remuneração adequada para aquele caso específico.
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