Perito sempre questione as PARTES sobre a veracidade/confirmação das provas
Na prática da perícia judicial, um dos maiores desafios enfrentados pelo profissional é garantir a validade das evidências apresentadas no processo. Muitas vezes, o perito se depara com provas de difícil certificação, como prints de conversas de WhatsApp, e acaba em um dilema técnico sobre como proceder. Para solucionar esse impasse e proteger a integridade do seu laudo, existe uma “dica de ouro” que todo perito deve adotar: questionar formalmente as partes sobre a veracidade e confirmação das provas documentadas nos autos.
O vídeo do canal Perícia Judicial enfatiza que o perito deve sempre questionar as partes sobre a autenticidade das evidências apresentadas no processo. Essa estratégia serve para validar documentos de difícil certificação, como capturas de tela de aplicativos de mensagens, transformando-as em provas aceitáveis caso não tenham sido contestadas anteriormente. Ao solicitar essa confirmação formal, o profissional evita que o laudo seja invalidado por alegações tardias de irregularidade técnica. O especialista destaca que, se uma parte não impugnou a prova no momento oportuno, o silêncio atua como uma confirmação tácita da veracidade dos fatos. Assim, o procedimento garante maior segurança jurídica e agilidade ao trabalho do assistente técnico ou perito judicial durante a elaboração de suas conclusões.
Escute este Podcast explicando detalhadamente o assunto
Perícia Judicial e a Verificação da Veracidade das Provas: Por que o Perito Deve Sempre Questionar as Partes Sobre os Elementos Probatórios Apresentados nos Autos
Introdução
A evolução tecnológica trouxe enormes benefícios para a produção de provas judiciais. Atualmente, mensagens de aplicativos, e-mails, fotografias digitais, vídeos, registros de sistemas, capturas de tela (prints), arquivos eletrônicos e inúmeras outras formas de evidências passaram a integrar o cotidiano dos processos judiciais.
Entretanto, essa facilidade de produção e compartilhamento de informações trouxe um desafio igualmente relevante: a necessidade de verificar a autenticidade, a integridade e a confiabilidade dessas provas.
Na atividade pericial, não raramente o especialista é confrontado com documentos cuja origem não pode ser confirmada de forma imediata. Prints de WhatsApp, capturas de telas de redes sociais, fotografias sem metadados, documentos digitalizados e arquivos eletrônicos sem cadeia de custódia adequada são exemplos frequentes de situações que colocam o perito diante de importantes limitações técnicas.
Nesse contexto, surge uma prática profissional extremamente valiosa e muitas vezes negligenciada: questionar formalmente as partes acerca da veracidade das provas juntadas aos autos.
Mais do que uma mera formalidade, esse procedimento constitui um mecanismo de proteção técnica para o perito, de fortalecimento do contraditório e de preservação da segurança jurídica do laudo pericial.
Resumo
Um dos maiores riscos enfrentados pelo perito judicial consiste em fundamentar suas conclusões em provas cuja autenticidade não foi adequadamente esclarecida durante o processo.
Diante dessa realidade, recomenda-se que o perito, logo no início dos trabalhos, solicite formalmente que as partes se manifestem sobre a veracidade das provas apresentadas nos autos, especialmente quando se tratar de documentos digitais de difícil certificação técnica.
Ao exigir que a parte que apresentou a prova confirme sua autenticidade e que a parte contrária informe expressamente se a reconhece ou se a impugnou oportunamente, o perito fortalece a segurança metodológica da perícia, reduz riscos de questionamentos futuros e assegura que suas conclusões estejam amparadas pelo devido processo legal.
Essa prática não apenas protege o trabalho pericial, mas também contribui para a correta aplicação dos princípios do contraditório, da ampla defesa e da cooperação processual.
O Desafio da Certificação de Provas
O problema frequentemente surge quando uma das partes (geralmente o autor) apresenta evidências digitais, como prints de tela de WhatsApp, que não possuem, por si sós, uma fé pública ou um mecanismo de verificação forense robusto [02:07].
Se o perito tentar certificar essa prova sozinho, ele pode encontrar barreiras técnicas intransponíveis. Muitas vezes, as mensagens originais já foram apagadas ou alteradas, tornando impossível para o perito atestar sua autenticidade apenas olhando para a cópia impressa [03:01].
Tabela explicativa
| Tema do Vídeo | Técnica Recomendada | Público-Alvo | Justificativa Legal ou Prática | Momento da Execução | Exemplo de Aplicação | Fonte |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Veracidade e confirmação de provas (mensagens de WhatsApp) | Questionar formalmente as partes sobre a veracidade das provas apresentadas nos autos e solicitar que apontem onde houve impugnação nas peças basilares. | Peritos judiciais e assistentes técnicos. | Princípios do contraditório e ampla defesa; inércia da parte em não impugnar a prova na contestação ou impugnação (CPC); necessidade de certificar provas de difícil validação forense. | No momento do agendamento da perícia. | Prints de tela de WhatsApp sem Verifact ou ata notarial, onde se solicita ao réu confirmar se as mensagens foram trocadas ou indicar a página da impugnação. | [1] |
O Momento Processual e a Estratégia do Perito
Para evitar que o laudo seja fundamentado em provas frágeis ou questionadas tardiamente, o perito deve agir de forma estratégica no momento do agendamento da perícia [03:07].
O perito deve redigir uma solicitação clara às partes, exigindo que:
Quem contesta: Confirme se reconhece aquelas mensagens como verdadeiras ou, caso contrário, indique onde, nas peças basilares (petição inicial, contestação ou impugnação), essa prova foi expressamente impugnada [03:53], [04:19].
Quem apresentou a prova: Apresente elementos de confirmação (como atas notariais ou mecanismos de verifact) que atestem que aquelas mensagens são reais [03:35].
A Importância das Peças Basilares
É fundamental lembrar que o processo possui momentos definidos para contestação e impugnação. Após essas fases, as partes não podem mais impugnar provas antigas [01:49]. Se o réu, por exemplo, não impugnou uma prova no momento correto, ele pode ter, por inércia, “atestado” a veracidade daquela evidência, mesmo que de forma tácita [02:32].
Princípios Jurídicos Aplicados
Ao realizar esse questionamento formal, o perito está agindo em conformidade com princípios processuais essenciais:
Ampla Defesa e Contraditório: Quando uma prova é apresentada e a parte contrária não a impugna, garante-se o contraditório. Se a parte teve a oportunidade de contestar e não o fez, a prova passa a ser considerada válida e certificável para fins periciais [05:16].
Diagrama explicativo

O Crescente Problema das Provas Digitais nos Processos Judiciais
Nas últimas décadas, a prova digital deixou de ser exceção para se tornar regra. É cada vez mais comum encontrar processos fundamentados em:
- Conversas de WhatsApp;
- Mensagens de Telegram;
- E-mails;
- Publicações em redes sociais;
- Fotografias digitais;
- Vídeos;
- Registros de geolocalização;
- Logs de sistemas;
- Extratos eletrônicos;
- Contratos assinados digitalmente.
Embora esses elementos possam possuir elevado valor probatório, sua simples apresentação nos autos não significa que sua autenticidade esteja automaticamente comprovada. Um print de tela, por exemplo, representa apenas uma imagem estática de algo que supostamente existiu em determinado momento.
Por si só, ele não permite concluir:
- Quem produziu aquela imagem;
- Quando ela foi produzida;
- Se sofreu edição;
- Se retrata integralmente a conversa original;
- Se houve supressão de mensagens;
- Se o conteúdo foi manipulado.
Em muitos casos, sequer existem mais os arquivos originais disponíveis para análise.
Infográfico explicativo
As Limitações Técnicas do Perito
Existe uma falsa expectativa de que o perito possui meios ilimitados para validar qualquer prova apresentada. Na prática, isso está longe da realidade. Diversas vezes o profissional recebe apenas cópias impressas ou arquivos PDF inseridos no processo. Quando isso ocorre, a perícia pode encontrar obstáculos praticamente intransponíveis. Por exemplo:
Imagine que uma parte apresente uma conversa de WhatsApp impressa.
Durante a perícia descobre-se que:
- O aparelho celular original não existe mais;
- A conta do aplicativo foi excluída;
- As mensagens foram apagadas;
- Não há backup disponível;
- Não existe ata notarial;
- Não foi utilizado sistema de verificação digital.
Nessa situação, não há metodologia científica capaz de reconstruir integralmente a conversa original apenas observando as imagens impressas. O perito não pode criar uma certeza técnica onde os elementos necessários à verificação simplesmente não existem.
A Importância de Questionar Formalmente as Partes
É justamente diante dessas limitações que surge uma das estratégias mais inteligentes da prática pericial. Ao iniciar os trabalhos, o perito pode solicitar que as partes se manifestem formalmente sobre a autenticidade das provas juntadas aos autos. Essa providência gera diversos benefícios simultaneamente. Primeiro, obriga quem produziu a prova a assumir sua autoria e autenticidade. Segundo, cria oportunidade para que a parte contrária apresente eventual impugnação. Terceiro, delimita claramente quais elementos probatórios são efetivamente controvertidos. Quarto, reduz significativamente os riscos de futuras alegações de surpresa processual. Em outras palavras, o perito transfere para as partes a responsabilidade de esclarecer a situação processual das provas que elas próprias apresentaram.
O Que Deve Ser Solicitado à Parte que Apresentou a Prova
Quando uma prova possui autenticidade duvidosa ou de difícil certificação, é recomendável que o perito solicite informações complementares ao responsável por sua juntada. Entre elas:
- Confirmação expressa da autenticidade;
- Apresentação dos arquivos originais;
- Atas notariais eventualmente existentes;
- Relatórios de verificação digital;
- Registros de auditoria;
- Logs de sistemas;
- Metadados disponíveis;
- Informações sobre cadeia de custódia.
Quanto maior o conjunto de elementos de validação apresentado, maior será a confiabilidade da prova para fins periciais.
Vídeo explicativo
O Que Deve Ser Solicitado à Parte Contrária
Da mesma forma, é fundamental que a parte adversa se manifeste. O perito pode solicitar que ela informe:
- Se reconhece a autenticidade da prova;
- Se contesta seu conteúdo;
- Se já apresentou impugnação anterior;
- Em qual peça processual essa impugnação foi realizada;
- Quais são os fundamentos da contestação.
Essa manifestação é extremamente relevante porque permite identificar se existe, de fato, controvérsia sobre aquele elemento probatório.
O Papel das Peças Basilares na Verificação da Prova
Outro aspecto frequentemente ignorado é a importância das chamadas peças basilares do processo. Petição inicial, contestação, réplica e demais manifestações processuais possuem momentos próprios para apresentação de impugnações. O sistema processual brasileiro é estruturado sobre o princípio da preclusão. Isso significa que determinadas oportunidades processuais se encerram com o tempo. Se uma prova foi apresentada e a parte contrária permaneceu silente quando deveria ter se manifestado, podem surgir consequências jurídicas relevantes. Embora a avaliação definitiva caiba ao magistrado, a ausência de impugnação pode indicar aceitação tácita ou ausência de controvérsia sobre determinado documento. Por essa razão, o perito deve verificar cuidadosamente se houve impugnação formal e em qual momento ela ocorreu.
Mapa mental
● Arraste para mover
Contraditório, Ampla Defesa e Cooperação Processual
Ao questionar as partes sobre a autenticidade das provas, o perito não está apenas protegendo seu trabalho. Ele também está colaborando para o fortalecimento de importantes princípios processuais. Entre eles:
Contraditório
Toda prova deve poder ser conhecida, analisada e contestada pela parte adversa.
Ampla Defesa
Nenhuma parte pode ser surpreendida por elementos que não teve oportunidade de discutir.
Cooperação Processual
Todos os participantes do processo devem colaborar para que a decisão judicial seja construída sobre bases seguras e transparentes. A manifestação formal das partes acerca das provas fortalece esses três pilares simultaneamente.
Como Essa Prática Protege o Laudo Pericial
Talvez o maior benefício dessa metodologia seja a blindagem técnica do trabalho pericial. Quando o perito registra que:
- Solicitou manifestação das partes;
- Oportunizou esclarecimentos;
- Recebeu confirmações;
- Identificou impugnações existentes;
ele demonstra ter atuado com diligência, cautela e rigor metodológico. Caso futuramente uma das partes tente alegar que determinada prova era falsa ou inválida, o laudo já conterá o histórico das manifestações processuais relacionadas àquele elemento probatório. Isso reduz significativamente o risco de responsabilização indevida do profissional.
O Objetivo Final: Segurança para o seu Laudo
A estratégia de questionar as partes sobre a veracidade das provas serve, primordialmente, para evitar problemas futuros na entrega do laudo. Sem esse cuidado, o perito corre o risco de entregar um trabalho fundamentado em provas que, posteriormente, são alegadas como incorretas ou adulteradas pela parte contrária [06:25].
Ao forçar as partes a se manifestarem previamente, o perito blinda seu trabalho, demonstrando que agiu com diligência e que as provas utilizadas estavam, no mínimo, reconhecidas ou não contestadas pelas partes dentro do devido processo legal.
Conclusão
A perícia judicial moderna exige muito mais do que conhecimento técnico especializado. Exige também gestão adequada da prova, compreensão dos limites metodológicos da investigação e observância rigorosa das garantias processuais.
Diante da crescente utilização de provas digitais e da dificuldade de certificação de diversos documentos eletrônicos, questionar formalmente as partes acerca da veracidade das evidências apresentadas tornou-se uma prática indispensável para o perito diligente.
Ao adotar esse procedimento, o profissional fortalece a confiabilidade de suas conclusões, preserva a integridade do laudo, respeita os princípios do contraditório e da ampla defesa e contribui para que a decisão judicial seja construída sobre elementos probatórios devidamente reconhecidos, debatidos e contextualizados dentro do processo.
Mais do que uma medida de cautela, trata-se de uma verdadeira ferramenta de proteção técnica, jurídica e profissional, capaz de elevar significativamente a qualidade e a segurança da atuação pericial.
Guia de Estudo: Verificação e Confirmação de Provas na Perícia Judicial
Este guia foi elaborado com base nas orientações de Agenor Zapparoli, perito judicial e assistente técnico, focando na importância estratégica de questionar as partes sobre a veracidade das provas apresentadas nos autos. O conteúdo aborda técnicas para certificar evidências digitais e a aplicação de princípios jurídicos durante o processo pericial.
Glossário de Termos Técnicos
Abaixo estão os termos fundamentais para a compreensão da rotina pericial e da validação de provas, conforme abordado por Agenor Zapparoli:
| Termo | Definição no Contexto Pericial |
| Ata Notarial | Documento lavrado em cartório que serve para conferir fé pública a um fato, como a existência de mensagens em um dispositivo. |
| Contestação | Peça processual onde o réu apresenta sua defesa contra os argumentos e provas do autor. |
| Impugnação | Ato de questionar ou refutar a validade de uma prova ou argumento apresentado pela parte contrária. |
| Inércia | Falta de ação de uma das partes em contestar uma prova no momento processual oportuno, o que pode levar à aceitação tácita da prova. |
| Peças Basilares | O conjunto principal de documentos iniciais do processo: Petição Inicial, Contestação e Impugnação. |
| Petição Inicial | Documento que inicia o processo, onde o autor apresenta suas pretensões e provas documentais (como prints de WhatsApp). |
| Princípio do Contraditório | Direito assegurado às partes de se manifestarem sobre qualquer prova ou alegação produzida pela parte contrária. |
| Verifact | Ferramenta digital citada como meio de coletar provas de redes sociais e aplicativos de mensagens com validade forense. |
Questionário de Fixação
Responda às questões abaixo para testar seu conhecimento sobre o procedimento de checagem de provas sugerido por Agenor Zapparoli.
1. Qual é a recomendação central de Agenor Zapparoli para os peritos judiciais em relação às provas? A) Aceitar integralmente as provas anexadas na petição inicial. B) Ignorar prints de WhatsApp por não serem provas válidas. C) Questionar sempre as partes sobre a veracidade e confirmação das provas. D) Aguardar a sentença do juiz para validar as provas.
2. Segundo o autor, em quais momentos as partes devem contestar ou impugnar provas antigas? A) A qualquer momento até o final do processo. B) Apenas durante a diligência pericial presencial. C) Exclusivamente após a entrega do laudo pericial. D) Nas peças basilares: petição inicial, contestação e impugnação.
3. Qual o objetivo de questionar a veracidade das provas no momento do agendamento da perícia? A) Facilitar a certificação de provas que seriam difíceis de validar, como mensagens que podem ter sido apagadas. B) Dar uma nova oportunidade para o réu impugnar o que ele esqueceu anteriormente. C) Substituir a necessidade de um laudo pericial detalhado. D) Intimidar as partes para que confessem a falsidade das provas.
4. O que o perito deve solicitar às partes se houver dúvida sobre a autenticidade de mensagens de texto? A) Apenas a senha do celular das partes. B) Confirmação da veracidade, sugerindo meios como Ata Notarial ou Verifact. C) Que as partes refaçam os prints em cores diferentes. D) Que o juiz decida se a mensagem é real sem análise técnica.
5. Se o réu não contestou uma prova na peça basilar, mas tenta impugná-la durante a perícia, qual deve ser a postura do perito? A) Aceitar a impugnação e descartar a prova imediatamente. B) Solicitar que o réu aponte em qual página das peças basilares (contestação/impugnação) aquela prova foi questionada. C) Ignorar o réu e não incluir sua manifestação no processo. D) Suspender a perícia e solicitar um novo curso de formação.
Gabarito Comentado
1. Resposta Correta: C
A recomendação é que o perito sempre questione as partes. Isso é descrito como uma “dica de ouro” para certificar provas de difícil verificação e garantir a segurança do laudo pericial.
2. Resposta Correta: D
O fluxo processual estabelece que a petição inicial, a contestação e a impugnação são os três momentos para as partes se manifestarem sobre fatos e provas velhos/antigos. Após isso, opera-se a preclusão sobre esses itens, a menos que sejam fatos novos.
3. Resposta Correta: A
Muitas vezes, o autor tira um print e apaga a mensagem original. Sem o registro original, a certificação técnica é quase impossível. Ao questionar as partes formalmente, o perito objetiva a aceitação da prova ou a confirmação de que ela não foi contestada no momento certo.
4. Resposta Correta: B
O perito deve buscar meios de tornar a prova “forensemente válida”. O Verifact e a Ata Notarial são citados como formas de garantir que as mensagens apresentadas são reais e íntegras.
5. Resposta Correta: B
O perito deve solicitar que a parte apresente nos autos, especificamente nas peças basilares, onde a impugnação foi feita. Se não houver contestação prévia, a prova pode ser considerada válida e certificada pelo princípio do contraditório e da ampla defesa, já que a parte teve a oportunidade de se opor e não o fez (inércia).
Resumo Estratégico para o Perito
Fundamentação Legal: O perito utiliza princípios como o contraditório e a ampla defesa para validar provas não contestadas tempestivamente.
Ação no Agendamento: Ao agendar a perícia, inclua um parágrafo solicitando que as partes confirmem a veracidade das provas (como prints).
Gestão da Prova Digital: Prints de tela, por si só, podem não ter validade forense total. O questionamento às partes supre essa lacuna técnica através da confirmação jurídica.
Blindagem do Laudo: Seguir este procedimento evita que, após a entrega do laudo, o réu alegue que o perito utilizou provas produzidas incorretamente, caso ele (réu) tenha sido inerte no momento da contestação.
Escute vários podcasts sobre perícia judicial
LINKS IMPORTANTES

Nosso curso: https://fala.host/curso
Nosso canal: https://www.youtube.com/@PericiaJudicial
Nossos grupos: https://fala.host/grupos
Laudos e artigos: https://periciajudicial.zsistemas.com.br
Cartão de visitas: https://fala.host/C/Perito
Calculadora de honorários online: https://fala.host/calculadoradehonorarios
Cadastre-se em nosso Banco de Peritos:
https://fala.host/bancodeperitos
Quem indica: https://fala.host/quemindica
5 Passos de como se tornar um Perito Judicial: https://periciajudicial.zsistemas.com.br/index.php/2023/09/27/5-cinco-passos-para-se-tornar-um-perito-judicial
Crie o seu cartão de visitas virtual grátis:
https://fala.host/cartao
#periciajudicial #periciaextrajudicial #pericia #peritos #objetopericial #investigação #assistentetécnico #CREA #NBR #abnt #engenharia #engenheiro